Embora a equoterapia seja reconhecida por lei como um método de reabilitação para pessoas com deficiência, os planos de saúde não são obrigados a custeá-la para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Essa desobrigação ocorre porque, até o momento, não existem evidências científicas sólidas que comprovem a eficácia desse tratamento especificamente para o autismo.