É válida a lei estadual que cria regras próprias para a passagem de militares para a reserva remunerada ou reforma. Para ser constitucional, a norma do Estado precisa respeitar as diretrizes básicas federais, a razoabilidade e a hierarquia da corporação. Essa divisão se justifica porque cabe à União ditar as regras gerais sobre a inatividade desses profissionais, enquanto os Estados possuem autonomia para detalhar as peculiaridades de suas próprias carreiras militares.